No dia seguinte à demissão do responsável pela pasta da economia, depois de ter aplaudido a sua saída do Governo, teve um elemento da sua direcção, António Chora, a brindar ao ex-Ministro no seu jantar de despedida.
Este membro da Comissão Política do Bloco explica: «Fui como membro da Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa, como membro da comissão política do BE não teria ido».
Curiosamente a direcção do BE, perante tal embraço, reagiu com cautela, demarcando-se de Chora, mas evitando criticá-lo. Os comentários de vários dirigentes variaram de «não comento esse assunto» (João Semedo) e «não falo sobre isso» (Miguel Portas) a «essa é uma questão pessoal» (Pedro Soares).
Perante a suposta pureza desta formação patidária e sua impunidade junto dos orgãos de comunicação social, este caso revela-se um acontecimento a registar, particularmente pela mediatização de que foi alvo.
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