segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Está dito e bem dito...

"Qualquer idiota resolve uma crise. A grande dificuldade é o dia-a-dia."

Anton Tchékhov
escritor e dramaturgo russo

domingo, 30 de agosto de 2009

Está dito e bem dito...

“Nunca se impressionem muito com os momentos de sucesso. A vida são vitórias e derrotas e quem pensa que ganha sempre está completamente iludido. A vida dá muitas voltas”...

Pedro Santana Lopes, Universidade de Verão da JSD
29.08.2009

sábado, 29 de agosto de 2009

Está dito e bem dito...

"Sócrates 'vende' a sua imagem recheando-a com brilhantina e confetis. A Manuela Ferreira Leite só restava 'vender' o contrário. Calhou-lhe bem, porque o contrário encaixa bem no seu modo de ser".

Paulo Ferreira, "Jornal de Notícias"
29.08.2009

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

À Sócrates...

Está dito e bem dito...

"O programa do PSD não é um programa. É, pelas regras habituais da coisa, um antiprograma: descontando as piedades do costume sobre o 'emprego' e o 'crescimento económico' (que não dependem do Estado), a drª Manuela deseja apenas o básico".

João Pereira Coutinho, "Correio da Manhã"
28.08.2009

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Está dito e bem dito...

“Os recursos são escassos e não é possível fazer tudo ao mesmo tempo. A política é também uma arte de escolha e os programas políticos devem ser julgados pela capacidade de fazer opções”.

Manuela Ferreira Leite, Apresentação Programa PSD 2009/2013
27.08.2009

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Está dito e bem dito...

"Eu diria que, mais importante até do que saber quais são os programas ou as listas de candidatos a deputados, o que os portugueses gostariam de saber neste momento é as principais ideias e os nomes de alguns dos principais ministros: o das Finanças, o da Educação ou o da Justiça".

Luís Marques Mendes, Universidade de Verão da JSD
26.08.2009

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Políticas e Pelouros

*Artigo publicado no jornal Diário do Minho de 24 de Agosto de 2009

A pouco mais de um mês das eleições autárquicas deste ano, muito já se falou acerca listas apresentadas pelas diversas formações partidárias em Braga e os nomes que delas são parte integrante.

Sobre políticas, orientações, rumos, mensagens vagas foram passadas ao eleitorado que se esperam ver aprofundadas durante o período de campanha eleitoral, momento por excelência para essa clarificação.

No entanto, para além dessa visão de município que se aguarda contemplar uma estratégia planeada a médio/longo prazo, convém que os candidatos à presidência da Câmara esclareçam quem serão os responsáveis directos pela implementação das políticas sectoriais e seus curricula para as áreas em questão.

Pode ser prematuro, inconveniente até, lançar a questão da atribuição dos pelouros executivos, mas julgo ter todo o relevo para uma avaliação informada e consequente por parte do cidadão eleitor.

Áreas sensíveis como a Segurança e Protecção Civil, Urbanismo e Obras Públicas, Juventude, Desporto, Educação, Cultura, Ambiente, Acção Social, merecem esse esclarecimento cabal tendo em vista o superior juízo de quem elege.

Considerando os indicadores de opinião que denunciam uma votação muito próxima entre as duas principais forças políticas, é determinante que se conheçam todos os actores efectivos e não apenas a orientação política global e sectorial de cada um dos candidatos à liderança do executivo.

Por outro lado, considerando os referidos indícios de estudo, reveste-se de igual preponderância esclarecer qual a abertura de cada um dos pretendentes ao governo do órgão municipal para trabalhar com outras forças políticas no executivo.

Neste contexto, buscando o pleno esclarecimento para uma rigorosa tomada de decisão quanto à orientação de voto dos cidadãos, as candidaturas com menor representatividade devem também evidenciar qual a sua orientação política e consequente disponibilidade executiva no caso de serem eleitos.

Assim, com tal atitude de franqueza e boa fé, estarão os candidatos bracarenses a prestar um relevante serviço à democracia, fomentando a participação cívica informada e contribuindo para um salutar decréscimo da abstenção eleitoral.

Está dito e bem dito...

"O grande problema de Portugal não é a crise, mas a incapacidade de crescer e de produzir o suficiente para manter a prosperidade".

João Marques de Almeida, professor universitário, "Diário Económico"
24.08.2009

Está dito e bem dito...

"Quando se gasta milhões em programas de promoção, como o Allgarve, convinha que não se deixasse morrer a galinha dos ovos de ouro por inanição".

Eduardo Dâmaso, "Correio da Manhã"
22.08.2008

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Está dito e bem dito...

"A insistência do Partido Socialista nos mega-projectos que, antes de começar já assinalam derrapagens indiciadoras de que a componente PPF (Pagamentos a Partidos e Figurões) vai crescer muito, é uma garantia de uma Taxa de Roubo que rivaliza com qualquer democracia africana ou sultanato levantino".

Mário Crespo, "Jornal de Notícias"
17.08.2009

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

As Listas de Deputados

*Artigo publicado no jornal Diário do Minho de 09 de Agosto de 2009

A adopção de posturas sectárias e divisionistas nos partidos políticos não é um fenómeno novo, nem um património exclusivo das suas instâncias nacionais, sendo que por vezes se apresenta ténue ao olhar do eleitorado.

No entanto, em vésperas de dois combates eleitorais decisivos, o Partido Social Democrata foi, no seu último Conselho Nacional ocorrido esta semana, protagonista de um acontecimento bizarro de depuração às claras de uma pretensa oposição interna.

Numa conjuntura em que o maior partido da oposição deveria dar um sinal claro de unidade e pluralidade, Manuela Ferreira Leite apresentou de modo obstinado as suas escolhas para deputados que denunciam uma visível aversão aos que protagonizam uma sensibilidade diferente mas de categórico relevo para a organização e para o país.

Colocando de parte quadros de reconhecida valia e qualidade que disseram presente neste que é o momento adequado para tal, foi dado um claro contributo para, sem surpresas, se embaraçar uma força partidária pelo descabimento em que se cai.

O corrimento levado avante pela líder do Partido Social Democrata acabará por se revelar um erro político estratégico grave, irreparável até, pela ostracização e marginalização de quadros políticos de enorme carácter e notoriedade como Pedro Passos Coelho, Miguel Relvas, entre outros.

Mas a exclusão de sensibilidades diversas não foi, neste processo de feitura das listas para Deputados à Assembleia da República Nacional, algo que apenas perturbou o Partido Social Democrata.

Desde os Alegristas banidos das listas do Partido Socialista à tão falada Joana Amaral Dias, cobiçada por Sócrates, que o Bloco de Esquerda nem convidou para integrar o seu rol de candidatos, todos os partidos fizeram as suas purgas e exclusões.

Para o cidadão que avalia pelo prisma do eleitor, tais atitudes, transversais a todo o espectro português, apenas conferem descrédito à actividade política e fomentam uma cidadania avessa à democracia plural.

Contudo, para o bem de todos, neste que também é um ano de eleições autárquicas, espera-se que as estruturas locais não alinhem pelo mesmo tom e propiciem, naturalmente, a multiplicidade que caracteriza os partidos e a sociedade.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Fujam que ele vem para cá!

Uma decisão simbólica da renovação das listas foi a saída, da lista de Braga, de Virgílio Costa, deputado e líder da distrital, que teve uma má avaliação e recebeu o título de um dos deputados mais faltosos.


E foi Ferreira Leite a comunicar-lhe a decisão de exclusão.


Ao PÚBLICO, elogiou a forma "coerente e corajosa" como a líder do partido conduziu o processo das listas de deputados e desdramatizou a sua exclusão.


A sua idade e problemas de saúde levaram-no a concluir que "este é o momento" para se entregar "às tarefas políticas do distrito".

Está dito e bem dito...

"Virá o momento de repensar o sistema democrático, que no actual modelo parece cada vez mais incapaz de responder aos desafios contemporâneos".

José Gil, "Visão"
06.08.2009

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

As Listas...

A adopção de posturas sectárias e divisionistas no PSD não é nova, nem é património exclusivo das instâncias nacionais do partido.

No entanto, em véspera de dois combates eleitorais decisivos, revela-se um erro político grave a ostracização e marginalização de quadros políticos de enorme qualidade.

Num momento em que o PSD deveria dar um sinal claro de unidade e pluralidade, as escolhas obstinadas de Manuela Ferreira Leite denunciam sua aversão ao que protagoniza uma sensibilidade diferente mas útil ao partido e ao país.

Colocando de parte gente de grande valor e qualidade que disseram presente neste que é o momento adequado para tal vai, sem surpresas, tornar-se prejudicial ao partido pelo descabimento em que se cai.

Contudo, para o bem de todos, espera-se que as estruturas locais não alinhem pelo mesmo diapasão e propiciem, naturalmente, a multiplicidade que caracteriza o partido e a sociedade.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Arguidos de Primeira e de Segunda...

Sendo todos inocentes até prova em contrário não se entende a dualidade de critério!

A inclusão de Helena Lopes da Costa e António Preto na lista de Deputados por Lisboa não é, naturalmente, compreensível pelo que se aguarda explicação...

A Boca...




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