A adopção de posturas sectárias e divisionistas no PSD não é nova, nem é património exclusivo das instâncias nacionais do partido.
No entanto, em véspera de dois combates eleitorais decisivos, revela-se um erro político grave a ostracização e marginalização de quadros políticos de enorme qualidade.
Num momento em que o PSD deveria dar um sinal claro de unidade e pluralidade, as escolhas obstinadas de Manuela Ferreira Leite denunciam sua aversão ao que protagoniza uma sensibilidade diferente mas útil ao partido e ao país.
Colocando de parte gente de grande valor e qualidade que disseram presente neste que é o momento adequado para tal vai, sem surpresas, tornar-se prejudicial ao partido pelo descabimento em que se cai.
Contudo, para o bem de todos, espera-se que as estruturas locais não alinhem pelo mesmo diapasão e propiciem, naturalmente, a multiplicidade que caracteriza o partido e a sociedade.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
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