quinta-feira, 26 de março de 2015
Está dito e bem dito...
A reforma do Estado “entrou na agenda deste Governo como uma atuação de emergência. Congelar salários, congelar carreiras e progressões, cortar no investimento, consumíveis, isso não reforma nada! É a mesma coisa que ter uma panela que tem água muito quente e pôr-lhe a mão em cima. Enquanto puser, isto aguenta! No momento em que eu lhe tirar, a água está lá toda. O que importava era tirar água para que nunca mais a água pudesse transbordar quando o calor lhe chegasse”.
Nuno Morais Sarmento (Entrevista ao Observador)
26.03.2015
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