"Os dois políticos são o homem que cresce dentro do partido e a mulher que faz um percurso institucional até tomar conta do seu.
No país do respeitinho, ela cresce ligada a um chefe político (Cavaco Silva) que lhe dá oportunidade, faz uma carreira parecida com a dele, mas não chega logo a primeiro-ministro como ele, é dedicada mas nunca de rasgos.
No país do videirinho, há uma espécie de pulsão para "fazer", "safar", "resolver", onde os fins mandam nos meios e onde "não importa se se faz de qualquer maneira".
Este também coexiste com uma máquina organizada de controlo da informação, com "milhares de pessoas a trabalhar para a encenação do Governo".
António Barreto, Público
20.09.2009
domingo, 20 de setembro de 2009
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Pois muito bem, se é este um país com uma "encenação de Governo", fico com a esperança que no próximo dia 27, o país responda!
ResponderEliminarNão de forma encenada mas democrática, transparente e massiva!
Fico à espera,...espere-mos.